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" Gloria a Deus nas alturas" por mais um espaço que nos concede. Aqui anunciaremos a sua grandeza, suas maravilhas e seu amor, que de forma muito especial tem nos alcançado em Cristo Jesus. Você é meu convidado especial, participe, comente, fale e divulgue este blog, para juntos num mesmo espirito proclamarmos o reino de Deus.

Texto Áureo

"Assim, edificando o muro, e todo o muro se cerrou até sua metade; porque o coração do povo se inclina a trabalhar" (Ne 4.6)

HINOS DA UMADCOL

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Subsídio: Lição 5 – O Reino de Deus através da Igreja

 O Reino de Deus através da Igreja


LEITURA DIÁRIA
Segunda - Lc 6.12-16 - O Senhor comissiona seus servos.
Terça - Lc 10.9b - A Igreja é a extensão do Reino.
Quarta - 1 Pe 2.9 - A Igreja anuncia as virtudes de CRISTO.
Quinta - At 2.36; 1 Co 2.2 - Proclamando o CRISTO crucificado.
Sexta - At 2.42-44 - Vivendo a comunhão cristã.
Sábado - At 2.45-46; Tg 1.27 - Servindo ao próximo.

Texto Áureo: Mc. 11.5 – Leitura Bíblica: Lc. 17.20,21; Mt. 18.1-5; Mc. 10.42-45


Objetivo: Destacar a importância da Igreja do Senhor Jesus manifestar o Reino de Deus neste mundo, através da proclamação do Evangelho de Cristo.

INTRODUÇÃO

A Igreja não é o Reino de Deus, mas exerce papel preponderante neste. Por isso, na aula de hoje, destacaremos a relevância da Igreja na manifestação do Reino de Deus neste mundo. A princípio, faremos uma análise da Igreja e sua relação com Israel e o Reino de Deus. Em seguida, apontaremos o papel representativo da Igreja no Reino de Deus.
E por fim, apresentaremos alguns aspectos éticos do Reino de Deus.


1. ISRAEL, A IGREJA E O REINO DE DEUS
No meio teológico há uma confusão entre o Reino de Deus, Israel e a Igreja. Isso acontece porque a Escritura não apresenta explicitamente essa relação. Conforma já estudamos em lições anteriores, e com base no Novo Testamento, o Reino de Deus é a obra redentora de Deus ativa na história para derrotar seus inimigos e trazer aos homens as bênçãos do reinado divino. Inicialmente o Reino foi disponibilizado a Israel. Quando Jesus enviou Seus discípulos, os orientou para que fossem antes “às ovelhas perdidas de Israel” (Mt. 10.6). Mas aqueles que ouviram a mensagem do Rei a rejeitaram, por isso, no dia do juízo haverá menor rigor para Sodoma do que para aquela geração (Mt. 11.24). Por conseguinte, o convite de Jesus foi estendido a todos, a fim de que venham até Ele, todos que os que estão cansados e sobrecarregados (Mt. 11.28,29). Os Judeus queriam um reino político, por meio do qual poderiam vencer seus inimigos, mas Jesus negou-se a ser coroado (Jo. 6.15), e ofereceu-lhes, ao invés de um reino terreno, o pão espiritual (Jo. 6.52-57). Em Mt. 16 está registrado o propósito do Senhor ao formar um novo povo de Deus, a Igreja. A mensagem do Reino de Deus pode ser confundida, não por acaso, ainda nos tempos de Jesus, já que “muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo” (Jo. 6.66), certamente porque esperavam um reino terreno imediato. Apenas alguns poucos, conforme expresso por Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt. 16.16). A igreja recebeu as chaves do Reino, por isso, “o que ligar na terra terá sido ligado nos céus, e o que você desligar na terra terá sido desligado nos céus” (Mt. 16.18,19). A parábola de Mt. 21.33-42 revela com clareza que Deus confiara sua vinha a Israel, mas que o “Reino de Deus será tirado de vocês e será dado a um povo que dê os frutos do Reino” (v. 43). Por esse motivo Pedro destacou que esse novo povo, a Igreja, é “geração eleita, sacerdócio real, nação santa” (I Pe. 2.9), isso porque, agora, “os que são da fé são filhos de Abraão” (Gl. 3.7).

2. IGREJA, REPRESENTANTE DO REINO
O Reino de Deus impera atualmente por intermédio da Igreja de Jesus Cristo, a ela compete à tarefa de pregar o evangelho do Reino no mundo, por esse motivo Felipe foi para Samaria, a fim de pregar as “boas novas do Reino de Deus e do nome de Jesus Cristo” (At. 8.12) e Paulo para Roma onde pregou primeiro aos judeus e, depois, aos gentios, o Reino de Deus (At. 28.23,31). Os que crêem nessa mensagem são libertos do domínio das trevas e transportados para o Reino do Filho amado de Deus (Cl. 1.13). Assim, ainda que a Igreja não seja o Reino de Deus, o Reino de Deus cria a Igreja e opera no mundo por meio dela, de modo que o Reino de Deus é proclamado pela Igreja. A igreja nada tem a ver com Israel, pois essa teve o seu início no dia de Pentecostes (At. 2; I Co. 12.13). Essa mesma Igreja que deve influenciar a sociedade através da pregação da Palavra de Deus, ela não pode se escusar da responsabilidade de transformar a história, como sal da terra e luz do mundo (Mt. 5.13-16). O mundo precisa que a Igreja seja igreja, mas, infelizmente, existem “igrejas” que preferem ser como o mundo. Cada cristão, nesse contexto, é chamado para representar Cristo ao mundo, tendo, assim, autoridade delegada (II Co. 5.19,20; Mt. 28.19). É importante lembrar ainda que em Gn. 1.28, no tange à Comissão Cultural, Deus chamou Adão para ser Seu representante para multiplicação e para difundir os princípios do reino de Deus sobre a terra. A Igreja precisa estender seus horizontes a fim de influenciar o mundo, para tanto, ela deve ocupar espaços na sociedade, os membros da Igreja devam ser exemplo no padrão bíblico de família, no trabalho honesto, nos princípios econômicos, na execução de leis, na produção científica, na literatura, na música, no cinema e nas artes em geral. Vários cristãos deixaram suas marcas na sociedade, esses servem de exemplo: Martin Luther King Jr. (política), Johannes Sebastian Bach (música), John Donne (literatura), C. S. Lewis (literatura), Jacques Ellul (sociologia), Francis Collins (ciência), Soren Kierkegaard (filosofia), entre muitos outros.

3. O MAIOR E O MENOR NO REINO DE DEUS
Nos reinos (ou governos) terrenos predominam a competitividade, por isso, todos querem ser o maior, ninguém quer ser o menor. O vereador almeja o senado, o prefeito a presidência da república, mesmo na instituição eclesiástica, o diácono aguarda ansiosamente pelo dia em que será consagrado a pastor. Mas no Reino de Deus não é assim, não há espaço para orgulho ou ambição (Mc. 9.33-37). Jesus percebeu imediatamente o perigo da busca pela grandeza, tendo por base o reino dos homens. Por isso, ensinou aos seus discípulos sobre humildade e simplicidade, enquanto características fundamentais dos súditos do Reino de Deus (Mt. 18.2,4). No reino dos homens vale mais quem acumula riquezas materiais, no Reino de Deus vale mais quem é mais humilde, quem se entrega à simplicidade. Por isso, quem quiser ser o maior deva ser identificado com uma criança, não pela condição moral, isto é, sua pureza, mas pelo pouco valor que se costumava dar a essas na sociedade antiga (Mt. 19.13-15). O maior no Reino de Deus é o servo de todos (Lc. 22.26,27), esse é o verdadeiro sentido da palavra “ministro”, todo súdito do Reino é um diácono, na expressão da palavra grega. O próprio Cristo é o maior exemplo de humildade, pois assumiu a condição humana para sacrificar-se pelos nossos pecados (Fp. 2.5-11). O padrão de servidão de Jesus, como modelo para o súdito do Reino de Deus, pode ser destacado a partir das seguintes características: 1) Humildade – Jesus deu o maior exemplo de serventia, lavando os pés dos Seus discípulos, ordenando-lhes que fizessem o mesmo (Jo. 13.12-17); 2) Simplicidade – Jesus orientou aos Seus discípulos para que esses não estivessem demasiadamente preocupados com cargos e posições (Mt. 20.20.27); 3) Prudência – Jesus avaliava as circunstâncias antes de agir, ele pensava antes de tomar decisões (Mt. 10.16); 4) Diligência – Jesus não perdia tempo, Ele fazia o que devia ser feito, sabia escolher as prioridades (Jo. 4.34; 9.4); 5) Amor – Jesus amou aos Seus discípulos incondicionalmente, permanecendo ao lado deles até o fim (Jo. 13.1; Gl. 5.13); 6) Sacrifício – Jesus sacrificou seus interesses em prol dos outros, essa era a Sua missão (Lc. 9.51-56); 7) Misericórdia – Jesus foi misericordioso com os pecadores, tornando-os filhos de Abraão (Lc. 19.1-10); 8) Obediência – Jesus não fazia a Sua vontade, Seu propósito era obedecer à vontade do Pai (Mt. 26.42; Lc. 2.47; Hb. 5.8); 9) Paciência – Jesus sabia o momento certo de agir. Ele usou a expressão “não é chegada a minha hora” para demonstrar essa característica (Jo. 2.4); e 10) Dependência – Jesus dependeu do Espírito Santo para realizar grandes feitos para Deus (Lc 4.18).

CONCLUSÃO
A igreja faz parte do Reino de Deus, na verdade, esta é representante do Reino de Deus na terra. Essa revelação é um privilégio, mas, ao mesmo tempo, uma responsabilidade. Assim como Cristo foi enviado pelo Pai, nos somos enviado por Ele como embaixadores (Jo. 20.21) para manifestar Seu plano e propósito visível e invisível (Mt. 13.11; Ef. 1.9; 3.9-11). Tal responsabilidade nos conclama a um padrão de justiça que exceda a dos escribas e fariseus (Mt. 5.20), tendo Jesus, o Senhor do Reino, como modelo a ser seguido (I Co. 11.1).

BIBLIGRAFIA
CHARLES, C., PEARCEY, N. O cristão na cultura de hoje. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
LADD, G. E. O evangelho do Reino. São Paulo: Shedd Publicações, 2008. 

Pb. José Roberto A. Barbosa

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Lição 04: A COMISSÃO CULTURAL E A GRANDE COMISSÃO


A COMISSÃO CULTURAL E A GRANDE COMISSÃO
Texto Áureo: Mt. 28.19 – Leitura Bíblica: Gn. 1.26-30; Mc. 16.15-18,20


Objetivo: Refletir sobre o caráter integral da evangelização, envolvendo tanto a Grande Comissão quanto a Comissão Cultural.

INTRODUÇÃO
A igreja de Jesus Cristo, por sua própria constituição, é evangelizadora. Nesse particular, não podemos adotar uma atitude “politicamente correta”, ainda que o mundo queira que “cada um fique na sua”. Em obediência à Palavra do Senhor, devemos cumprir a tarefa missionária, pregar o evangelho, difundir as doutrinas do Reino. Na aula de hoje, estudaremos a respeito das duas comissões com as quais a Igreja deva estar envolvida, a Grande Comissão e a Comissão Cultural.

1. AS DUAS COMISSÕES
A palavra “comissão”, de acordo com o Dicionário Aurélio, significa “encargo, incumbência, tarefa e missão”. Cabe à Igreja do Senhor a tarefa de cumprir sua comissão, com um detalhe especial para o prefixo “co” na composição do vocábulo. Não podemos desempenhar essa missão sozinhos, precisamos depender dEle, sem Ele nada podemos fazer (Jo. 15.5), por essa razão Ele orientou aos seus discípulos para que aguardassem o poder do alto (Lc. 24.49), e para que recebesse o poder do Espírito Santo a fim de testemunhar dEle em Jerusalém, Judéia e Samaria e até os confins da terra (At. 1.8). No sentido de tarefa ou ordenança existem várias comissões dadas à Igreja, mas, em relação à obra de evangelização, destacamos as duas principais: a Grande Comissão e a Comissão Cultural. A primeira diz respeito à tarefa de levar a mensagem de salvação para todo o mundo, cumprindo a ordenança missionária. A segunda alude à tarefa dada por Deus ao homem a fim de difundir os valores do Reino na cultura, de modo a refletir o projeto original de Deus, em todos, na família, na ciência, nas artes, na política, na economia etc. Atentemos, a princípio, para o conceito de cultura a partir de uma abordagem antropológica, distinta daquele que as pessoas utilizam no cotidiano, quanto afirmam que alguém tem ou não tem cultura. A cultura é um padrão nos comportamentos humanos e as práticas dele decorrentes, refletidos nos modos de pensar e viver de uma sociedade. A cultura, nesse contexto, é uma produção humana, são os valores que a comunidade atribui às suas crenças, e as vivências a partir delas. Por isso, alguns estudiosos costumam associar a cultura à ideologia, isto é, ao modo de ver a realidade. O cristão, por sua vez, se posiciona diante dessa realidade a partir de um prisma diferenciado, já que tem a mente de Cristo (I Co. 2.16), por conseguinte, leva todo entendimento cativo à obediência a Cristo (II Co. 10.5).

2. A GRANDE COMISSÃO
A igreja de Jesus não pode ficar circunscrita às quatro paredes, ela precisa ir adiante, levar a mensagem do evangelho de Cristo. A análise dos textos finais dos evangelhos segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, e do início de Atos, revela a teologia bíblica da Grande Comissão. Tais textos não se encontram em oposição, antes se complementam, a partir deles a Igreja aprende a obedecer ao imperativo missionário. Em Mt. 28.19, diz Jesus, “indo”, na verdade o ide, poreoumai em grego não está no imperativo, mas no particípio. O Senhor sabia que a Igreja iria, já que essa é a condição de ser Igreja, ela não pode ficar estagnada, acomodada em um mesmo lugar. O imperativo está no “fazei discípulos”, que está atrelado à instrução de Cristo, haja vista que compete à Igreja ensinar aos discípulos a “guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado”. Nos dias atuais, em que a preocupação de muitas igrejas é tão somente aumentar o número de membros, a orientação de Jesus é para façamos discípulos, que neguem a si mesmos, tomem a sua cruz e sigam após Ele (Mt. 16.24). De acordo com o registro de Marcos, o alcance da Igreja, ao fazer missões, deva ser “toda criatura” (Mc. 16.15), ou melhor, a qualquer pessoa, em qualquer lugar, não existem fronteiras demarcadas, onde estiver um pecador, ali estará um necessitado da graça de Deus, lá deva chegar a boa nova da Palavra de Deus, certos de que “quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” (Mc. 16.16). Lucas, em sua narrativa, ressalta o conteúdo a ser propagado, “o arrependimento e a remissão dos pecados” (Lc 24.47). Essas verdades não podem ser abolidas, nem mesmo minimizadas, o pecado é uma realidade constatável no cotidiano, e, por causa dele, o ser humano se encontra alienando de Deus (Rm. 3.23), por outro lado, o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo (Rm. 6.23), o arrependimento dos pecados é uma condição necessária (Mt. 3.2; At. 2.38). O exemplo a ser seguido, na execução da Grande Comissão, é o do próprio Cristo, que tinha convicção do Seu chamado, a certeza de estar no centro da vontade do Pai, e que havia sido por Ele enviado (Jo. 20.21), para essa tarefa, que, pela sua natureza espiritual, deva ser desenvolvida pelo poder do Espírito Santo (At. 1.8) que resultará em autoridade para fazer proezas para o Reino de Deus.

3. A COMISSÃO CULTURAL
A Grande Comissão e a Comissão Cultural estão interligadas, já que Cristo nos enviou para “fazer discípulos” (Mt. 28.19). Na medida em que fazemos discípulos para Cristo, levamos adiante Seus ensinamentos, difundimos valores que provêem de Deus. No princípio, conforme registrado no livro do Gênesis, o projeto inicial de Deus era estabelecer o Seu governo sobre os homens. No capítulo 3, versículo 28, diz o Senhor a Adão: “Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra”. Essa é uma comissão cultural, Deus chamou a humanidade para a mordomia da terra, talvez os termos traduzidos para o português não reflitam a especificidade dessa ordenança. Para “sujeitar” e “dominar” a terra, o ser humano não precisa destruí-la, como tem acontecido ao longo desses últimos anos. A relação da humanidade com a terra precisa ser responsável, a natureza geme, e sofre, desde a Queda (Gn. 3), ela passa por dores de parto até agora (Rm. 8.22), essa talvez seja uma das razões de tantas catástrofes mundiais que testemunhamos atualmente. Como súditos do Reino de Deus, fazemos parte do processo de redenção da natureza, por isso, devemos atentar para o cuidado com o meio-ambiente. Essa é apenas uma das dimensões da Comissão Cultural, em Gn. 1.28, o pronome “todo” ressalta uma dimensão mais ampla. Como cidadãos do Reino do Senhor Jesus, devemos atuar nas diversas esferas da sociedade, sejam elas, educacionais, artísticas, médicas, jurídicas, políticas, sociais e econômicas, ensinado a obedecer todas as coisas que Cristo ordenou (Mt. 28.19). Essa comissão dessa tarefa não será bem sucedida a menos que os imbuídos de tal responsabilidade conheçam a mensagem do Reino. Caso contrário, a Igreja poderá assumir padrões culturais que nadam têm de cristão, que, muitas vezes, são normas mundanas travestidas de supostos fundamentos bíblicos. O ponto de partida para a obediência da Comissão Cultural é a desconstrução de um paradigma vigente no contexto cristão, a diferenciação equivocada e antibíblica entre o “sagrado” e o “secular”. A Palavra de Deus nos orienta a fazer distinção entre o “sagrado” e o “profano”, não entre o “sagrado” e o “secular”, pois todas as coisas, quer sejam feitas na igreja, em casa, na escola, no trabalho, ou em qualquer lugar, em obediência à Palavra, são sagradas e glorificam a Deus (I Co. 10.31).

CONCLUSÃO
A sociedade mundana vai de mal a pior, distante dos valores do Reino de Deus. Como súditos do Senhor, devemos levar adiante a Sua mensagem. Não podemos deixar de atentar para a evangelização, o cumprimento da ordenança de “fazer discípulos”. Mas não podemos restringir a mensagem apenas a Grande Comissão, essa precisa ser ampliada na dimensão da Comissão Cultural, propagando valores que percebam o ser humano em sua integralidade, “corpo, alma e espírito” (I Ts. 5.23). Em um contexto relativista, a Igreja deva ser a coluna e a firmeza da Verdade (I Tm. 3.15) em todas as esferas da sociedade, considerando a Soberania de Cristo, já que “nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele” (Cl. 1.26).

BIBLIGRAFIA
CHARLES, C., PEARCEY, N. E agora, como viveremos? Rio de Janeiro: CPAD, 2000.
CHARLES, C., PEARCEY, N. O cristão na cultura de hoje. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
 
http://subsidioebd.blogspot.com/

terça-feira, 19 de julho de 2011

Mensagem da Ester e Osmar Fagundes para os Jovens da EBD!

 Amamos a cada jovem como filhos amados do nosso coração! Obrigada crianças lindas, pelos domingos compartilhados! Sedes firmes e constantes e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor (l cor.15:58)aprender a Palavra de Deus
 "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de Paz será convosco. (Filipenses 04:08 e 09). Que saudade de vocês! Obrigada pelos domingos compartilhados!

ANIVERSARIO DA NOSSA REGENTE ELIZA

QUE DEUS TE ABENÇOE CADA DIA MAIS! PARABÉNS ELIZA.

JOVENS DA EBD UMADCOL NA DESPEDIDA DA ESTER

domingo, 17 de julho de 2011

DESPEDIDA DA ESTER

CARINHO SEM FRONTEIRA!!!!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Historia da Escola Dominical nas Assembleia de Deus - CPAD

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Jovens e Adultos Lição 3 - A vida do novo convertido

 
Objetivo: Refletir sobre a vida do novo convertido, enquanto nova criatura, que, a partir do novo nascimento, passa a viver em plena comunhão com Deus, reconhecendo o senhorio de Cristo.
INTRODUÇÃO
O novo nascimento, ou o nascimento de cima, conforme expresso por Jesus a Nicodemos em Jo. 3.3, é condição para ver o Reino de Deus. O crente recém-nascido na igreja é comumente denominado de novo convertido. Na lição de hoje estudaremos a respeito desse primeiro passo na caminhada cristã.
A princípio, atentaremos para a posição de nova criatura em Cristo, em seguida, para a vida dessa nova criatura, e, ao final, para a condição do novo convertido.
1. NOVO CONVERTIDO, NOVA CRIATURA
A doutrina do novo nascimento, ou o nascimento de cima, se tornou amplamente impopular nas igrejas evangélica, especialmente entre o movimento pseudopentecostal (comumente chamado de neopentecostal). Essa, no entanto, é uma revelação bíblica, expressa pelo Senhor Jesus, quando condicionou a entrada no Reino de Deus ao novo nascimento. Em II Co. 5.17 Paulo reforça esse ensinamento ao dizer que, “se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. A nova criatura, kaine ktisis em grego, é uma realidade que não está restrita aos primeiros dias de fé, mas ao fato de o ser humano, em Cristo, ter assumido uma nova posição. O versículo 17 está em conexão com o 16, por esse motivo, há um elemento de relação gramatical: “assim que”. Para Paulo, o fato de Jesus ter morrido e ressuscitado ensejou a construção de outra dimensão, isto é, a vivemos sempre de bom ânimo (II Co. 5.6), não mais pelo que vemos, mas pela fé (II Co. 5.7), na expectativa do tribunal de Cristo, quando as obras dos crentes serão julgadas (II Co. 5.10); constrangidos pelo amor de Cristo (II Co. 5.14), por isso, “as coisas velhas já passaram”. É nesse contexto que, diz Paulo aos Gálatas, “Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura” (Gl. 6.15) e os que andam assim, “paz e misericórdia” (Gl. 6.16). Isso porque fomos criados em Cristo Jesus (Ef. 2.10), para tanto, revestidos do novo homem, a fim de sermos segundo a imagem daquele que o criou (Cl. 3.10).
2. A VIDA DA NOVA CRIATURA
O motivo para essa nova realidade é que a graça de Deus, isto é, Seu favor imerecido, se manifestou em Cristo, a fim de trazer salvação à humanidade (Tt. 2.11). Paulo diz, em Cl. 1.26-28: “O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos; aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória; a quem anunciamos, admoestando a todo o homem, e ensinando a todo o homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo o homem perfeito em Jesus Cristo”. Porque Cristo se manifestou, em graça, a bendita esperança da nova criatura é a revelação gloriosa do “grande Deus e nosso Senhor” (Tt. 2.13). Enquanto essa não acontece, devamos permanecer nos ensinamentos do Mestre, sendo educado, nos cultos de instrução, nos estudos bíblicos, na Escola Bíblica Dominical, a fim de que vivamos, “renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas”, a presença do aoristo grego, nessa declaração, intensifica o caráter dessa decisão, que deva ser definitiva, sem fazer concessão ao pecado, negando peremptoriamente em palavras e obras a impiedade, asebeia em grego que pode também significar a irreverência em relação às coisas de Deus e as concupiscências mundanas, tas kosmikas epithumias em grego, os desejos desenfreados que governam as vidas daqueles que estão distanciados de Deus. Neste presente século, vivamos não mais para nós mesmos, mas para Aquele que por nós morreu e ressuscitou (II Co. 5. 15), do seguinte modo: sobriamente (sophronos) – com a mente sã, moderada, discretamente; justamente (dikaios) – honestamente, retamente; e piamente (eusebos) – em disciplina espiritual. A esse respeito diz o Apóstolo aos Romanos, aplicável a todos os crentes atuais, sejam novos ou velhos convertidos: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Rm. 12.1,2).
3. A CONDIÇÃO DA NOVA CRIATURA
Anteriormente éramos “insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros” (Tt. 3.3). Felizmente apareceu um “mas” em nossas vidas, uma conjunção adversativa, um “porém”, isso aconteceu “quando apareceu a benignidade e o amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens”. A manifestação de Cristo traz uma implicação ético-existencial para a nova criatura, essa não pode mais continuar vivendo como antigamente, cometendo os mesmos pecados de outrora. Não fomos salvos pelas obras próprias, pois a salvação é pela graça, por meio da fé (Ef. 2.8,9), no entanto, depois de salvos, devemos praticar boas obras, as quais Deus mesmo preparou para que andássemos nelas (Ef. 2.8,10), a maioria dos cristãos lembram bem dos versículos 8 e 9 do capítulo 2 da Epístola de Paulo aos Efésios, mas esquecem do importante versículo 10. As obras não conduzem à salvação, mas devam acompanhar a salvação, elas manifestam, perante a sociedade, que de fato somos nascidos de Deus (I Jo. 5.1,4,18). Afinal, conforme expressou Tiago, a fé sem as obras é morta (Tg. 2.14-26), é por meio delas que as pessoas que nos cercam podem ver que pertencemos a Deus. Essa não é uma palavra de homens, mas de Deus, portanto, “fiel e digna de aceitação” (I Tm. 4.9), portanto, devemos dizer “amém”, a Palavra de Deus é inspirada pelo Espírito, é a partir dela que a nova criatura pauta a sua vida, ela é “proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (II Tm. 3.16,17).
CONCLUSÃO
Aplicar-se às boas obras deva ser a meta principal de todo cristão, novo ou antigo convertido, o motivo, diz o Apóstolo, é que estas coisas são “boas e proveitosas” (Tt. 3.8), os temos gregos são kalos, que quer dizer excelentes, nobres e ophelimos, lucrativas. Nesse tempo em que as pessoas somente pensam no ter, o desafio do crente é o ser, buscar a vontade de Deus, vivendo a partir dos princípios do Reino de Deus, distintos dos valores dessa era presente. Os que são novas criaturas em Cristo, portanto, vivem a partir de uma nova realidade, as coisas velhas se passaram tudo se fez novo. A partir de então, seu olhar sobre o mundo e suas atitudes em relação à vida devem estar em conformidade com aqueles que são súditos do Reino de Deus.
BIBLIOGRAFIA
LADD, G. E. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Exodus, 1997.
ZUCK, R. B. Teologia do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
Pb. José Roberto A. Barbosa

Leia mais em : http://www.docenciacrista.com/2011/07/subsidios-jovens-e-adultos-licao-3-vida.html#ixzz1S116BSTy

Dica para a Semana

Cada dia, nova etapa de trabalho é iniciada!
Lembre-se de que agradecer ao Pai o ensejo do repouso que lhe concedeu, e prepare-se para executar as tarefas, de que está encarregado, com alegria e boa vontade.
Agradeça, também o trabalho que lhe proporciona o pão de cada dia, e procure executá-lo da melhor forma de que for capaz.
O trabalho bem executado traz-nos a alegria do dever cumprido.

Adquira bons hábitos nos seus dia-dia ouvindo louvores de DEUS,
Participem e ouçam a radia atalaia de tangara http://www.atalaiatangara.com.br/
ou peça sua musica no msn
contato@atalaiatangara.com

Clip da Semana

CINCO PÃES E DOIS PEIXINHOS

HISTORIA DA ESCOLA DOMINICAL -CPAD